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A realidade que poucos falam: quanto você vai receber e o gap até seu estilo de vida.
Homens: 65 anos de idade + 15 anos de contribuição. Mulheres: 62 anos + 15 anos de contribuição (regra geral após reforma de 2019).
Existem regras de transição para quem já contribuía antes de 2019.
A média das contribuições (após julho/1994) × 60% + 2% por ano acima de 15 anos (mulheres) ou 20 anos (homens). O teto do INSS em 2026 é R$8.475,55 (Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, de 9 de janeiro de 2026).
A maioria recebe entre 1 e 3 salários mínimos.
A reforma mudou a idade mínima (65H/62M), o cálculo do benefício (agora usa 100% das contribuições desde 1994, não apenas as 80% maiores), e criou a regra de transição por pontos, pedágio e idade progressiva.
PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre): aportes podem ser deduzidos do IR até 12% da renda bruta tributável anual; tributação ocorre sobre o valor total resgatado (aporte + rendimento). Indicado para quem faz declaração completa do IR.
VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre): aportes não são dedutíveis do IR; tributação incide apenas sobre o rendimento. Indicado para quem faz declaração simplificada ou já atingiu o limite de 12% do PGBL.
Ambos oferecem regime regressivo de IR (15% após 10+ anos) ou progressivo (tabela do IR). O teto do salário de contribuição do INSS em 2026 é R$8.475,55 (Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, de 9 de janeiro de 2026); rendimentos acima desse valor não geram benefício adicional do INSS.